A Cardiologia no Brasil

Assim devemos diagnosticar com a maior brevidade doenças cardíacas já existentes. Nos casos em que não existe a doença devemos então estar atentos se não temos tendências para desenvolvê-las.

A essa tendência chamamos de Fatores de Risco. No caso aqui comentado, nos preocupa saber se os indivíduos possuem um ou mais fatores de risco para as doenças cardiovasculares. A cada fator de risco  agrega-se uma chance de infarto ou derrame.

Por exemplo, um indivíduo fumante tem quatro vezes mais chance de infartar nos próximos 10 anos que um indivíduo da mesma idade e que não fuma.

Os principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares são:

  • Colesterol Elevado ou ainda HDL (bom colesterol) baixo;
  • Tabagismo;
  • Obesidade Abdominal;
  • Hipertensão Arterial;
  • Diabetes;

Ainda contribui para o infarto do miocárdio a história na família de doença cardíaca prematura, ou seja, pai ou irmão que tenham sofrido obstrução coronariana antes dos 55 anos de idade ou mãe ou irmã que tenham tido a obstrução (angioplastia, ponte de safena) antes dos 65 anos.

Portanto, o exposto nos estimula a elegermos nosso médico de família e fazermos visitas regulares orientadas por ele na busca da prevenção das doenças evitando complicação das mesmas.

Autor: Dr. Antonio Ghattas

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