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A pubalgia(ou pubeíte) trata-se de uma dor na parte debaixo do abdome ou virilhas, que surge após escorregar, jogo de futebol, mvimentos extremos da coxa ou abdome. è muito importatne de ser avaliado por um especialista, pois pode ser confundido com hérnia, dores musculares e prejudica o dia a dia. Veja neste artigo como identificar o problema e opções de tratamento.

O púbis, osso que fica no baixo abdome, é uma região bastante afetada pelas atividades físicas que praticamos no dia a dia

Acima do púbis estão os músculos abdominais e abaixo estão os músculos adutores do quadril. Assim, é possível pensar no púbis como uma central que está em constante tensão, equilibrando as forças de pressão e mantendo o corpo estável.

Dessa forma, a pubalgia ou pubeíte, acontece quando um dos lados do corpo é muito mais forte do que o outro, gerando uma “puxada” mais forte e sobrepujando o outro grupo muscular. Esse acontecimento gera uma inflamação que acaba resultando em uma dor constante, incômoda e que pode atrapalhar muito o rendimento de atletas e praticantes de esportes como o futebol e corridas de longa distância.

Um dos maiores exemplos de queda de rendimento por causa da pubalgia é o jogador Kaká que, em 2010, jogou a Copa do Mundo com o problema. Para quem acompanhou, é possível recordar a limitação de movimentos e dores que o jogador contou após a eliminação do Brasil.

O que é?

A lesão mais comum oriunda da pubalgia é de esforço repetitivo, fato que é recorrente em atletas que treinam com bastante intensidade modalidades como futebol, rugby, atletismo, tênis, etc.

Com o tempo surge uma tendinite que vai rompendo as unidades do músculo, em especial as fibras do adutor longo. Esse quadro vai se agravando, até gerar um desequilíbrio que resulta na patologia conhecida como pubalgia.

Quais as causas?

Entre as principais causas da pubalgia, vale destacar que o problema acontece por desequilíbrios musculares, lesão no músculo adutor da perna e o enfraquecimento dos músculos abdominais.

De maneira geral, é impossível estabelecer uma causa única para o surgimento do problema, mas sabe-se que ele surge por exercícios repetitivos e pelos já citados desequilíbrios de forças musculares. Entre os fatores mais recorrentes, valem destacar três deles:

- A constituição corporal do ser humano, onde os músculos dos quadríceps e adutores são muito mais potentes que os outros;

- O esporte praticado pelo paciente que, se necessita de exercícios repetitivos, acaba gerando o quadro favorável para o surgimento da patologia;

- A não prevenção do problema, que poderia ser feita com um plano de exercícios equilibrado e que treinasse os músculos secundários, sempre buscando um desenvolvimento linear do atleta.

O problema, que é considerado crônico pela comunidade médica, precisa de atenção para não ter seu quadro piorado e começar a gerar problemas nas cartilagens, ligamentos e tendões.

Quais os sintomas?

Entre os principais sinais de que a pessoa possui a pubeíte, estão:

- Dores constantes na região do baixo abdômen;

- Dor na virilha;

- Limitação de movimento no quadril;

- Aumento da dor durante a prática de exercícios físicos, como corridas e futebol.

Como é determinado o diagnóstico?

O diagnóstico para ter a certeza de que se trata de uma pubalgia é feito por um médico ortopedista. durante exame físico é possível avaliar se é possível ser uma Pubeíte ou uma hérnia inguinal. Se restar dúvida é importante realizar um exame de ressonancia para confirmar o problema.

Além disso, com todas essas informações e resultados em mãos, o médico consegue excluir outros problemas físicos como: Tendinites nos músculos adutores, distensões musculares, lesões em ligamentos/músculos, Hérnia Inguinal, Síndrome do Músculo Piriforme e outros problemas musculares.

Determinado o diagnóstico, qual o tratamento mais indicado?

O tratamento para a pubeíte deve ser orientado e acompanhado por um médico ortopedista, afinal, podem existir várias fases e processos até a pessoa estar 100% recuperada. É possível que o desenvolvimento se inicie com compressas de gelo na virilha durante alguns dias, seguido de repouso e anti-inflamatórios receitados previamente.

Se a pubeíte se manifestar com dor na virilha, é possível usar o aparelho de ondas de choque extracorpórea, uma máquina inventada para quebra pedra de rim que consegue melhorar a inflamação no local

A radioterapia, por sua vez, serve para desinflamar algumas regiões dos músculos e, assim, aliada a exercícios localizados, ir diminuindo a incidência do problema. Em casos mais graves, quando a fisioterapia e a medicação não funcionam, a cirurgia é recomendada pelo ortopedista. O médico costuma realizar algumas intervenções nos músculos para deixa-los mais fortes e resistentes.

O pós-operatório é de repouso, com uma média de 3 semanas de duração, e depois é receitado um plano de recuperação para que a pessoa possa voltar a praticar exercícios rapidamente. Com o tempo, o paciente vai sentindo os benefícios dos seus tratamentos, com a redução de dor na virilha, redução de dor na região abdominal, diminuições de inchaços e facilidades de movimentação.

Outras Informações

A comunidade médica costuma se dividir quando o assunto é o tratamento “correto” para a pubalgia. Embora muitas pessoas defendam o tratamento conservador, focado em exercícios mais localizados e fisioterapia, alguns especialistas acreditam que só esse tipo de tratamento não é suficiente para resolver o problema, além de dar resultados a um prazo considerado bastante longo. A justificativa fica por conta de que, essas medidas são paliativas, e que a intervenção cirúrgica, apesar de invasiva, resolve o problema de maneira mais rápida e precisa.

Claro que, para evitar qualquer problema desse tipo, é possível desenvolver um plano de prevenção. Para tanto, é preciso conversar com o personal ou treinador e debater sobre a modalidade praticada.

Entender as movimentações do seu esporte e, assim, desenvolver um treinamento para os músculos secundários é importante para evitar que apenas uma região do corpo se desenvolva em detrimento a outras.

O equilíbrio muscular, tanto de força quanto de resistência, é fundamental para evitar o surgimento da pubeíte. Apesar de ser uma proposta relativamente simples, ela é constantemente ignorada por parte dos atletas e treinadores do país, sendo lembrada apenas quando o paciente apresenta o quadro clínico avançado, necessitando da ajuda de um médico especializado e de tratamentos localizados.

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