Medicina esportiva

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Medicina esportiva

O bike fit, junto da medicina esportiva, é um processo importante tanto para atletas de performance, quanto para ciclistas recreacionais. Com ele, são feitos todas as adaptações e ajustes necessários na bicicleta para que o ciclista atinja os melhores resultados e minimize o risco de lesões.

 

O que é?

O bike fit é um método científico que faz a adaptação e o ajuste da bicicleta ao corpo indivíduo. Hoje em dia, ele vem se tornado cada vez mais conhecido com o crescimento do número de ciclistas, mas é bastante importante entender do que, de fato, se trata o bike fit antes de tentar fazer por conta própria ou procurar marcar uma sessão.

Mais do que realizar simplesmente alguns ajustes por um aplicativo ou de acordo com uma tabela pronta, o bike fit procura entender o ciclista, levando em consideração desde suas medidas até seus objetivos em curto e longo prazo, bem como rotina e postura.

Os ajustes e adaptações feitos na bicicleta devem estar de acordo com cada uma dessas informações, buscando conforto, bom desempenho e bom rendimento do ciclista, além de evitar possíveis dores, lesões ou acidentes.

Por conta dos detalhes citados acima, é difícil conseguir fazer esse processo em casa ou mesmo com a ajuda de outras pessoas que não sejam profissionais especializados no bike fit, além de ser também perigoso.

A ideia é que cada ciclista seja considerado na sua individualidade físico-anatômica e apenas um profissional especializado, chamado de fitter, poderá realizar os ajustes necessários e acompanhar o indivíduo da melhor maneira. Ajustes equivocados podem não apenas atrapalhar o desempenho do ciclista, como também provocar lesões, dores nos joelhos e nas costas e, até mesmo doenças que envolvem a postura, como a lombalgia.

Apesar de muitas pessoas procurarem o bike fit apenas quando já há um problema – como dor no joelho, lombalgia, entre outros, vale ressaltar que um dos principais benefícios do processo é o fato de ele ajudar a prevenir acidentes e lesões.

O sugerido é fazer uma sessão antes mesmo que qualquer problema surja, ou até antes de comprar a bicicleta, o que possibilita que o trabalho seja ainda mais eficaz e completo. Da mesma maneira como trabalha a medicina esportiva, o bike fit é bastante efetivo para se conquistar uma boa performance no ciclismo, e também para promover a qualidade de vida do indivíduo.

Quando é preciso realizar o procedimento?

O bike fit é mais eficaz quando utilizado para prevenir dores e lesões no ciclismo e não após o surgimento de algum sintoma. Por isso, pode e deve ser procurado por pessoas que querem iniciar a prática, por ciclistas recreacionais com alguma experiência, ou até mesmo por atletas de alta performance.

Sendo assim, o procedimento é bastante recomendado em qualquer situação e para todos os tipos de ciclistas, já que busca a melhor eficiência ao pedalar (sempre de acordo com os objetivos do ciclista) e o conforto. Qualquer que seja a necessidade, ou nível no esporte vale a pena procurar por um profissional, ou instituto de confiança para agendar uma sessão.

Como é feito o procedimento?

A maior parte do procedimento é realizada durante uma consulta com o profissional especializado em bike fit. Essa sessão ou consulta costuma durar cerca de duas horas, mas é essencial também compreender que o trabalho vai muito além dela. O acompanhamento com o fitter deve sempre ser contínuo, já que ele vai ajudar também a identificar possíveis problemas e riscos e, sempre que necessário, encaminhar o ciclista para outros profissionais.

Já na sessão, é comum que o fitter a inicie com uma entrevista, chamada de anamnese. Essa primeira parte é muito importante para que se entendam as particularidades e as necessidades do ciclista. É nesse momento que serão levantadas informações como histórico de lesões; dores; tipo de pedalada; relação do atleta com o esporte; rotina; postura, entre outros. Também é nesse momento que são traçados os objetivos desejados, junto ao ciclista.

Depois, se o cliente já possuir uma bicicleta, será a hora de medi-la. Se não, o profissional indicará a melhor opção após a experiência no simulador, que é o instrumento utilizado para a avaliação física do ciclista.

Por fim, são feitos os ajustes necessários na bicicleta, como altura do canote, ajuste de selim, alinhamento dos manetes, mesa, guidão, pedivela, etc. Quando ainda não se tem a bicicleta, esse processo deve ser agendado para outro dia. Todos os mínimos detalhes são cuidadosamente checados e modificados, quando necessário, conforme a avaliação feita anteriormente.

Existem ainda muitas particularidades que vão depender do local ou do profissional escolhidos pelo ciclista e o sistema ou tecnologia utilizados. No Instituto do Atleta (INA), por exemplo, o sistema utilizado é o RETUL, que captura movimentos bastante específicos do atleta ao pedalar e foi desenvolvido para qualificar dados extremamente precisos, incorporando dados tridimensionais, gerando relatórios imediatos e digitalizando todo o processo com especificações milimétricas.

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